A nova linguagem da Internet – Webjornalismo
Cada meio de comunicação tem a sua própria linguagem. Tal como o jornal impresso, a rádio e a televisão, a Internet terá necessariamente de se adaptar e descobrir as suas potencialidades. Marshall McLuhan afirmava que o “conteúdo de qualquer medium é sempre o antigo medium que foi substituído”. Estando ciente disso mesmo, a Internet chegou à conclusão que, para além de poder utilizar texto, som e imagem em movimento, podia conter em si muito mais do que o mero jornalismo on-line, muito mais do que a simples transposição de informação presente no jornalismo impresso, radiofónico e televisivo.
Cada meio de comunicação tem a sua própria linguagem. Tal como o jornal impresso, a rádio e a televisão, a Internet terá necessariamente de se adaptar e descobrir as suas potencialidades. Marshall McLuhan afirmava que o “conteúdo de qualquer medium é sempre o antigo medium que foi substituído”. Estando ciente disso mesmo, a Internet chegou à conclusão que, para além de poder utilizar texto, som e imagem em movimento, podia conter em si muito mais do que o mero jornalismo on-line, muito mais do que a simples transposição de informação presente no jornalismo impresso, radiofónico e televisivo.
Murad referiu que “o conceito de jornalismo encontra-se relacionado com o suporte técnico e com o meio que permite a difusão das notícias”. O webjornalismo é o jornalismo feito para a Internet. De facto, o webjornalismo pode explorar todas as vantagens que a Internet oferece, transformando a notícia em webnotícia.
Na realidade, são inúmeras as vantagens deste novo meio. A interactividade é uma delas: através de e-mails ou de formulários de pesquisa e opinião é possível uma interacção entre o produtor da notícia e o receptor ou leitor. João Messias Canavilhas, da Universidade da Beira Interior, no seu texto Webjornalismo – Considerações gerais sobre jornalismo na Web refere que a notícia deve ser encarada como o princípio de algo e não como o fim em si própria”. Diz ainda que deve “funcionar apenas como um tiro de partida, para uma discussão com os leitores” ou, diria eu, com os webleitores. A hipertextualidade constitui mais uma vantagem. Nos webjornais, existe uma variedade de links para sites que tratam do mesmo tema da matéria apresentada. Assim, o webleitor pode ler uma notícia sobre um determinado tema e, logo em seguida, pode estar a consultar um site diferente e a ler outros textos de outros autores para ter mais informações sobre o tema de interesse. A grande capacidade de armazenamento de informação e imagem é igualmente outra das potencialidades. Andye Iore faz alusão a uma outra característica fundamental para a afirmação do novo meio: “a possibilidade de seleccionar as informações de interesse e criar uma pasta chamada “favoritos” contendo os sites preferidos ou, até mesmo, escolher as matérias e gravá-las numa pasta personalizada. O Newsletter - boletim que o usuário recebe com notícias seleccionadas - é considerado um instrumento poderoso da Web”.
São, de facto, bem visíveis as vantagens deste novo meio de comunicação. Cabe agora a cada um de nós utilizá-lo da melhor forma possível, retirando do webjornalismo um bom “web” acompanhamento da realidade, sempre em busca de uma boa “web” transmissão de conhecimentos.
Gina

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