Inventam tudo…
A ideia de interactividade não é nova, podemos vê-la com a crescente participação do espectador através do telefone e, mais recentemente, por mensagem escrita via telemóvel ou por e-mail.
Começando com o videotexto e o teletexto, que convergem três tecnologias de forma barata e acessível: a linha telefónica, a televisão e as redes de computadores, a televisão interactiva irá mudar o modo como se vê televisão, porque com o afastamento do um modelo tradicional de canais, com transmissão ininterrupta 24 horas por dia, caminha-se em direcção a um modelo no qual se escolhe inteiramente o programa a ver.
Para Charles Benson,ex-vice-presidente da Liberty Digital, existem duas escolas de pensamento predominantes: "Uma é um sistema baseado no controle central, no qual o conteúdo é transmitido ao telespectador num fluxo do servidor do operador de cabo. A outra é um modelo no qual o conteúdo é baixado para a set-top box do telespectador e permanece ali por um número específico de horas antes de ser automaticamente apagado“.
Deste modo, a televisão interactiva teria a capacidade de se cruzar com a Internet; porém traduz-se um implícito conflito entre a passividade e a acção inerente às duas práticas entendidas no sentido tradicional.
Se o espectador pode compor o seu próprio canal, uma outra alteração seria a fuga aos anúncios publicitários, o que coloca um desafio ao papel dos publicitários, apostando na criatividade e, talvez, no surgimento de novas formas de publicidade, dirigidas a segmentos mais restritos e dirigidos a interesses particulares dos utilizadores.

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